Embora natural às vezes parece crueldade essa coisa de deixar de gostar. Mas pior é quando as pessoas, em cima disso são trapalhonas e não sabem comunicar o facto. Um conhecido do Coroneu quando quis terminar passou a inventar mil e dois pretextos de zanga com que martirizava a relação.
A sorte para manter a fé é que às vezes vêem-se casos raros de quem gosta de verdade e de quem sabe cuidar de quem gosta - como ontem o velhinho a mostrar a língua à velhinha e quando ela olhava encolhia-a a disfarçar, na brincadeira.
(O Coroneu pede desculpa do teor mas ficou a meditar depois de tropeçar num filme drama romântico que acabou mesmo agora).
